Monde 9 h ago0Adicionar aos favoritos

Removido e depois morto, um catequista da paróquia de São José confirma a tendência: as figuras vivas da fé local são agora alvos.
Em 10 de julho de 2026, a Vatican News em alemão relata, com base em um comunicado da paróquia de São José da arquidiocese de Kaduna transmitido à agência Fides, o sequestro e posterior assassinato do catequista Victor Paul. O pároco descreve as circunstâncias do sequestro e da morte. A comunidade está abalada: as circunstâncias confirmam a persistência de ataques direcionados contra os cristãos do norte da Nigéria, em um contexto em que a arquidiocese de Kaduna permanece exposta à violência armada de forma crônica.
Tínhamos sinalizado, no número 2 (semana 27), o estudo do Observatório para a Liberdade Religiosa na África (2020-2026) estabelecendo que os cristãos suportaram um fardo desproporcional da violência na Nigéria, contradizendo a narrativa midiática dita "agropastoral". O assassinato de Victor Paul confirma a tendência: os catequistas, figuras vivas da transmissão da fé nas paróquias rurais, são agora alvos. A Ajuda à Igreja em Necessidade (AED) lembra em seus relatórios Nigéria que vários milhares de cristãos foram mortos desde 2015 nos estados do Cinturão Central e do Norte. Portas Abertas classifica a Nigéria em 6º lugar mundial em seu Índice Mundial de Perseguição aos Cristãos para 2026. A doutrina, Dignitatis humanae (Concilio Vaticano II, 7 de dezembro de 1965, § 2), faz da liberdade religiosa um direito fundamental da pessoa humana: a inação internacional torna-se cada vez mais difícil de justificar.
Um catequista é um fiel que respondeu a um chamado. Sua morte não se conta como uma estatística: é um martírio concreto, oferecido à comunidade. Rezar por Victor Paul, por seus familiares e pela paróquia de São José de Kaduna.
Artigo produzido por inteligência artificial, revisto sob controlo editorial humano.
Nigéria: a perseguição silenciosa na Middle Belt