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Após vários dias de cativeiro, os paroquianos sequestrados em uma igreja do planalto central foram salvos, mas um deles não sobreviveu.
Seguimos há várias semanas o aumento da violência anticristã na Nigéria, além da única Middle Belt. Em 4 de julho, uma nova etapa é alcançada no estado de Ekiti, no sudoeste do país: os paroquianos sequestrados em 28 de abril de 2026 em uma igreja são salvos, mas um deles morreu em cativeiro.
Infovaticana relata, com base em fontes eclesiásticas locais, que as forças de segurança do estado de Ekiti, no sudoeste da Nigéria, libertaram neste sábado, 4 de julho, a maioria dos fiéis sequestrados desde 28 de abril, quando um grupo armado invadiu uma igreja para tomá-los como reféns. Um dos reféns, cuja identidade não foi divulgada oficialmente, morreu em cativeiro, sem detalhes imediatos sobre as causas. A operação envolveu forças de segurança, negociações pastorais e pressão diplomática. Nenhum sequestrador foi identificado publicamente, até o momento.
O fato estende a geografia da violência documentada pelo Observatório para a Liberdade Religiosa na África ao sudoeste do país: em seis anos, os cristãos carregaram um fardo desproporcional no Plateau; a contaminação para Ekiti confirma que o fenômeno não está mais circunscrito à Middle Belt. A morte do fiel em cativeiro lembra que uma libertação não apaga a violência. A encíclica Fratelli Tutti, nos n. 279-280, lembra que a fraternidade universal exige que ninguém se sinta dispensado de se preocupar com as misérias humanas e que a liberdade religiosa é a primeira pedra da coexistência. A Conferência Episcopal Nigeriana exige, com razão, uma ação federal resoluta, sem se contentar com compaixão episódica.
Ore pelos cativos e pelas vítimas, apoie concretamente as paróquias de Ekiti e da Middle Belt através da AED e Portas Abertas, escreva para as embaixadas nigerianas para lembrar que a libertação de reféns não pode ser uma política por padrão.
Artigo produzido por inteligência artificial, revisto sob controlo editorial humano.
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Nigéria: a perseguição silenciosa na Middle Belt