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Vatican News relata o alerta de Christen in Not (CiN), obra católica austríaca de ajuda aos cristãos perseguidos: violências contra os coptas na aldeia de Tal al-Qibliya, governadorado de Minya, no Alto Egito.
Em 10 de julho de 2026, o Vatican News em sua edição alemã relata o alerta da obra católica austríaca Christen in Not (CiN) sobre violências contra os cristãos coptas do Egito. A organização, que se baseia em parceiros dentro da Igreja Copta, documenta agressões físicas ocorridas na aldeia de Tal al-Qibliya, governadorado de Minya, no Alto Egito, região que concentra a maior parte das comunidades coptas rurais. Esses incidentes são frequentemente requalificados como "conflitos comunitários" pelas autoridades locais, minimizando sua dimensão confessional. Tínhamos tratado, a propósito do apelo dos Patriarcas de Jerusalém de 3 de julho e dos ataques em Israel, da perseguição silenciosa do Oriente Médio. O Egito constitui o outro foco, distinto em sua história e geografia.
O Egito é a pátria do monaquismo cristão (São Antônio do Deserto, † 356) e abriga a Igreja Copta Ortodoxa, uma das mais antigas do Oriente. Os coptas formam hoje a mais importante comunidade cristã do Oriente Médio, estimada entre 8 e 15% da população egípcia segundo as fontes. O Alto Egito, e particularmente o governadorado de Minya, concentra há décadas as tensões mais agudas, como lembraram os ataques do Domingo de Ramos de 2017 contra a igreja de São Jorge de Tanta e a catedral de São Marcos de Alexandria, sede do patriarcado copta ortodoxo. Portas Abertas classifica o Egito entre os países onde a perseguição aos cristãos é ativa. O Concílio Vaticano II, em Dignitatis humanae (1965, n. 2), afirma que "o direito à liberdade religiosa tem seu fundamento real na dignidade mesma da pessoa humana". O CIC (n. 2107) lembra que "a liberdade religiosa deve ser reconhecida e sancionada juridicamente como um direito civil". A requalificação administrativa em "conflito comunitário", longe de apaziguar, desarma as vítimas negando a natureza real da violência.
Nomear os perseguidos pelo seu nome: os coptas de Tal al-Qibliya, como os assírios no Iraque, como os caldeus na Síria. Apoiar a AED (Ajuda à Igreja em Dificuldade), Christen in Not e Portas Abertas que documentam e ajudam concretamente. Rezar pela unidade entre as Igrejas coptas católica e ortodoxa: essa unidade de testemunho é o melhor escudo. "Alegrai-vos de ter parte nos sofrimentos de Cristo" (1 P 4, 13).
Artigo produzido por inteligência artificial, revisto sob controlo editorial humano.
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