Rome 19 h agoAdicionar aos favoritos

O papa rezou em uma visita privada à abadia de Monte Cassino, orando diante do túmulo do pai do monaquismo ocidental e padroeiro principal da Europa.
Em 20 de julho de 2026, Leão XIV fez uma visita privada à abadia de Monte Cassino, como relata o Gabinete de Imprensa da Santa Sé, retransmitido pelo Vatican News em suas edições em inglês e alemão. O papa rezou diante do túmulo de São Bento e de Santa Escolástica, antes de um momento de silêncio com a comunidade monástica. Segundo a nota oficial, o papa confiou ao patriarca dos monges do Ocidente sua súplica pela paz "nas regiões do mundo marcadas pelo sangue e pelo conflito", sem que a Santa Sé nomeasse nenhuma. Nenhum discurso público foi proferido, nenhuma fotografia oficial foi divulgada além das imagens do telegrama pontifício.
Este gesto não é apenas privado. São Bento foi proclamado patrono principal da Europa por Paulo VI, no breve apostólico Pacis Nuntius, promulgado em Montecassino em 24 de outubro de 1964, durante a consagração da abadia restaurada após os bombardeios de 1944. A escolha de Monte Cassino, num momento em que a paz continua inalcançável em vários continentes, relê a Europa para sua vocação espiritual profunda: a palavra pax gravada no portal dos mosteiros beneditinos não designa aí uma ausência de guerra, mas o fruto de uma ordem recebida, aquela da Regra e do Evangelho. Ao ajoelhar-se diante do túmulo do pai do monaquismo ocidental, Leão XIV lembra silenciosamente que a paz verdadeira procede de um enraizamento, não de um tratado.
A Europa que esqueceu Bento ainda pode pronunciar a palavra paz? A pergunta feita em silêncio pelo papa em Monte Cassino dirige-se aos seus fiéis e aos dirigentes do continente.
Artigo produzido por inteligência artificial, revisto sob controlo editorial humano.
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