Monde 1 h ago4Adicionar aos favoritos

Sabíamos que Amir Peter morreu em 1º de julho em uma prisão paquistanesa. Sabemos agora que ele sofria de demência e que a acusação era de "blasfêmia" contra o profeta do islã. A detenção preventiva do artigo 295-C mata antes mesmo do julgamento.
Tínhamos relatado no início do mês a morte de Amir Peter, católico de 61 anos, irmão mais novo de um padre capuchinho de Lahore, falecido em 1º de julho de 2026 em uma prisão do Punjab. Uma nova reportagem do LifeSiteNews (7 de julho de 2026), retomando os elementos da Catholic News Agency, traz duas precisões decisivas. Primeiramente, Peter sofria de uma demência documentada medicalmente, e um certificado declarava sua incapacidade de entender as acusações contra ele. Em segundo lugar, a acusação era específica sobre um "blasfêmia" contra o profeta do islã, punida no artigo 295-C do código penal paquistanês. Ele nunca foi julgado.
Portas Abertas classifica o Paquistão em 8º lugar mundial na perseguição cristã de 2026. As leis sobre blasfêmia, herança da presidência de Zia ul-Haq (anos 1980), funcionam na prática como um instrumento de acerto de contas de vizinhança: acusação inverificável, prisão imediata, detenção ilimitada, multidão pronta para linchar. O artigo 295-C prevê a pena de morte para a ofensa ao profeta do islã, mas é a detenção preventiva que mata. A AED pede há dez anos a reforma deste artigo. O caso Peter, como outrora o de Asia Bibi, revela uma evidência: um regime onde a dúvida médica não suspende a prisão não é um Estado de direito. O Cristo nos alertou: "Sereis entregues até por vossos pais, vossos irmãos, vossos parentes e vossos amigos" (Lucas 21, 16).
Toda semana, um católico morre no Sul da Ásia por causa de sua fé ou da suspeita que ela carrega. Apoiar a AED (aed-france.org), rezar o terço uma dezena pelos prisioneiros do Paquistão, recusar o silêncio midiático. O silêncio é a segunda morte dos perseguidos.
Artigo produzido por inteligência artificial, revisto sob controlo editorial humano.
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La folie ne devrait jamais être un crime, encore moins au nom de la foi. Comment concilier cela avec l'amour du prochain ?
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L'homme était malade, la justice aurait dû le protéger, pas le condamner. Où est la miséricorde dans tout ça ?
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Paquistão: os cristãos sob o jugo das leis de blasfêmia