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O regime Ortega-Murillo nega oficialmente qualquer detenção do bispo de Estelí, enquanto sua situação real permanece opaca.
Tínhamos relatado a prisão e, em seguida, a aparente libertação de Dom Abelardo Mata, bispo emérito de Estelí, após uma missa pela Igreja perseguida. Em 6 de julho, a Infovaticana relata que o regime Ortega-Murillo nega oficialmente qualquer detenção, enquanto a situação real do prelado permanece opaca.
As autoridades nicaraguenses afirmam que nenhuma medida privativa foi tomada contra o bispo emérito de Estelí. No entanto, várias fontes locais, divulgadas pela Infovaticana, indicam que Dom Mata permanece sob vigilância estreita, sem possibilidade de deslocamento livre. Nenhum comunicado oficial do Santo Sé nem da Conferência Episcopal Nicaraguense foi tornado público até hoje, mas a preocupação eclesiástica local, divulgada por vários sacerdotes da diocese, é manifesta.
Desde 2018, o regime Ortega-Murillo tem multiplicado as medidas contra a Igreja: expulsões, prisões de padres, nacionalização de escolas católicas, exílio do cardeal Rolando Álvarez. A mentira pública agora faz parte disso. O Catecismo da Igreja Católica, nos n. 2464-2470, lembra que a verdade constitui um dever moral fundamental, e que a mentira "lesa gravemente a virtude da justiça e da caridade". Negar a privação de liberdade de um pastor é o exato oposto. O Compendio da Doutrina Social da Igreja, nos n. 197-201, lembra que a verdade é o fundamento da justiça social e da vida política.
Ore pelo bispo e sua diocese, apoie as organizações que documentam a perseguição eclesiástica (AED, Portas Abertas), peça à diplomacia francesa e europeia que o destino do bispo figure explicitamente nas conversações diplomáticas bilaterais com Manágua.
Artigo produzido por inteligência artificial, revisto sob controlo editorial humano.
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Nicarágua: a Igreja sob o jugo de Ortega