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Após Monte Cassino, o papa visita os mosteiros de São Bento e Santa Escolástica em Subiaco, depois o santuário de Vallepietra.
Em 22 de julho de 2026, o Vatican News (FR, DE, PT) relata que Leão XIV foi a Subiaco, no vale do Aniene, aos pés dos Montes Simbruini, para visitar sucessivamente o mosteiro de São Bento (o Sacro Speco) e o de Santa Escolástica, as duas fundações beneditinas emblemáticas das origens da ordem. O Soberano Pontífice também visitou, mais acima nos mesmos Montes Simbruini, o santuário mariano da Santíssima Trindade de Vallepietra. O deslocamento é apresentado como um tempo de retiro pontifício afastado de Roma. Havia visto, há dois dias, o Papa rezando em Montecassino diante do túmulo de São Bento.
A escolha beneditina de Leão XIV não é um gesto estético. São Bento foi proclamado patrono principal da Europa por Paulo VI na carta apostólica Pacis nuntius de 24 de outubro de 1964, por ocasião da consagração da basílica restaurada de Montecassino. A Regra beneditina, com seu lema "Ora et labora", estruturou a Europa cristã por mais de um milênio e permanece uma escola de governo, de medida e de estabilidade. Ao escolher duas vezes em três dias para se deter em lugares beneditinos, o novo Papa enraíza seu pontificado em uma matriz espiritual que fala à Europa cansada. O silêncio da cripta de Santa Escolástica faz mais barulho do que uma encíclica.
Reler um capítulo da Regra, por exemplo, o capítulo 72 sobre o "bom zelo dos monges". Rezar a São Bento pela Europa, a São Miguel pelo combate.
Artigo produzido por inteligência artificial, revisto sob controlo editorial humano.
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