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No dia 22 de julho de 2026, a XII Assembleia Plenária da FABC entra oficialmente em sessão em Jacarta. Três vozes cardinalícias traçam o quadro: construir pontes pelo Cristo, ouvir antes de falar, encarnar a sinodalidade como dom da Igreja da Ásia ao mundo. Uma continuidade magistral afirmada com Ecclesia in Asia e Magnifica humanitas.
Tínhamos apresentado (Nº4, W29) a carta programática de León XIV ao cardeal Oswald Gracias, enviado especial do Papa à XII Assembleia Plenária da FABC: "Construtores de comunhão, não arquitetos de Babel". A assembleia foi aberta em Jacarta no dia 20 de julho de 2026 e prossegue até o dia 26 de julho, com o horizonte da referência explícita a Magnifica humanitas.
A abertura oficial ocorreu no dia 20 de julho: o cardeal Ignatius Suharyo, arcebispo de Jacarta e presidente da Conferência dos Bispos da Indonésia, anfitrião da assembleia, convida a Igreja da Ásia a "ouvir antes de construir pontes". No dia 21 de julho, o cardeal Oswald Gracias (Bombaim), enviado pontifício, preside a missa solene e apresenta a sinodalidade como "um dos maiores dons da Igreja ao mundo". No dia 22 de julho, dia de oração e recolhimento: o cardeal Luis Antonio Tagle prega a homilia e afirma que Cristo é "o verdadeiro construtor de pontes". A assembleia reúne mais de 120 cardeais e bispos da Ásia.
A fórmula de Tagle prolonga uma teologia cristocêntrica clássica: Cristo é mediator Dei et hominum (1 Tm 2, 5). Pontifex significa literalmente construtor de ponte: o papa romano carrega este título porque sua missão liga visivelmente Deus e o homem. O Concílio Vaticano II o lembrou em Lumen gentium n° 8: o Cristo, mediador único, age por sua Igreja-sacramento. A insistência na escuta (Suharyo) faz eco a Ecclesia in Asia n° 3 (João Paulo II, 1999), que colocava a inculturação asiática sob o signo do diálogo humilde com as grandes tradições religiosas do continente.
O trio Suharyo-Gracias-Tagle encarna uma geografia eclesiástica precisa: Indonésia, Índia, Filipinas, três países onde o catolicismo vive em minoria, mas com vitalidade. A referência repetida a León XIV constrói uma doutrina da sinodalidade como um dom asiático à Igreja universal, oposta à concepção germânica do Caminho sinodal. A FABC torna-se laboratório de um modelo de comunhão sem democratização confessional.
Dois pontos de vigilância. A inculturação asiática foi, muitas vezes, nos anos 1990, uma porta de entrada para um sincretismo vago. Ecclesia in Asia n° 22 havia decidido: o Cristo é proposto aos asiáticos, não como opção cultural. Outro ponto cego: o silêncio previsível da FABC sobre as perseguições em curso (China, Myanmar, Paquistão) deverá ser escrutinado nos documentos finais.
Ore pela assembleia até o dia 26 de julho. Releia Ecclesia in Asia (João Paulo II, 1999), que permanece a magna carta da Igreja asiática. Atenção aos textos doutrinários que sairão de Jacarta.
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Artigo produzido por inteligência artificial, revisto sob controlo editorial humano.
Léon XIV et l'Église d'Asie : la FABC comme laboratoire de communion