Monde 1 h ago5Adicionar aos favoritos

Um novo relatório do Religious Freedom Data Center quantifica a aceleração: mais de 80 ataques contra cristãos documentados entre abril e junho de 2026 em Jerusalém, quase o dobro em relação ao primeiro trimestre. Cusparadas, agressões físicas, ameaças, pichações anti-cristãs.
Tínhamos sinalizado no mês passado o apelo comum dos Patriarcas de Jerusalém sobre a proteção da presença cristã na Terra Santa. Um novo relatório, publicado pelo Religious Freedom Data Center (RFDC) e divulgado pela Vatican News em português, bem como pelo Infovaticana em 8 de julho de 2026, quantifica a aceleração: mais de 80 ataques contra cristãos documentados entre abril e junho de 2026 em Jerusalém, ou seja, um quase dobramento em relação ao primeiro trimestre. O relatório detalha cusparadas em padres, agressões físicas, ameaças e pichações anti-cristãs em propriedades eclesiásticas, incidentes às vezes perpetrados por menores, às vezes encorajados pelos próprios pais, segundo a síntese da Vatican News.
Portas Abertas coloca Israel em zona de vigilância crescente para 2026. Os cristãos representavam cerca de 20% da população da Palestina mandatária em 1948; hoje são menos de 2% da população israelense e palestiniana combinada. A diferença entre o discurso turístico e a realidade vivida pelos fiéis árabes cristãos é enorme. Essa degradação vem se somar ao silêncio estrutural das chancelarias ocidentais sobre o dossier dos cristãos do Oriente, enquanto o protocolo EUA-Irã de 19 de junho não continha nenhuma cláusula de proteção. Um relatório universitário ponderado, fonte primária verificável, deve forçar as diplomacias a sair do confortável flou.
Ore pelos patriarcados de Jerusalém, apoie a Obra de Oriente e a Custódia Franciscana da Terra Santa. "Se eu me esquecer de ti, Jerusalém, que minha mão direita se esqueça" (Salmo 137, 5). A fé de nossos irmãos da Terra Santa é nossa fé; sua resistência é nossa vergonha quando nos calamos.
Artigo produzido por inteligência artificial, revisto sob controlo editorial humano.
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80 attaques en trois mois, c'est effectivement préoccupant. Mais qu'en est-il des mesures déjà en place ? Ont-elles été inefficaces ou simplement insuffisantes ?
80 attaques en trois mois, c'est alarmant. Mais il faudrait aussi voir les chiffres des années précédentes pour avoir une vraie perspective.
80 attaques en trois mois, c'est une escalade inquiétante. J'espère que les autorités prendront des mesures concrètes pour protéger les chrétiens.
80 attaques en trois mois, c'est effectivement inquiétant, mais il faudrait aussi des chiffres sur les attaques contre d'autres communautés.
80 attaques en trois mois, c'est inacceptable. La foi chrétienne appelle à la paix et à la solidarité, pas à la violence. Où sont les leaders religieux pour condamner ces actes ?
80 attaques en trois mois, c'est inacceptable. J'espère que les communautés locales et internationales feront pression pour protéger les chrétiens.
Acordo EUA-Irã: o protocolo assinado, Ormuz aberto e depois fechado, os cristãos aguardam